quinta-feira, junho 22, 2006


Minhas Senhoras e meus Senhores

Aqui está o José Fernão Gomes Mentes? Minto! Martins. Um Homem das Arábias (onde trabalhou nos poços de petróleo), das selvas (lembra-se Dom Zézé de Beleza y Alarcón?) das Africas, da Tailândia e do Mundo. Notem bem: o Senhor Gajo é o mais distinto, elegante e jovem do belo grupo, salvo seja. O resto são freiras laicas com quem o Zé Martins tem uma ralação, digo, relação de Amizade pura, sincera e desinteressada. Ficam, assim, feitas as apresentações. O Mentes? Minto? Martins é um vero colaborador deste blogue, com nota + para a assiduidade. Assim fossem todos…
A.F.

4 comentários:

Zé Martins disse...

Mestre, Imensamente grato pelos elogios que me dais. Estou tranquílo porque a "chinesa" que me atura (há quase 26 anos) não conhece patavina da Internet e lê uma palavra que seja de português!
De contrário atirava-me com os "trapinhos" para o capim que (felizmente) ainda há em frente da nossa casa!
Abraços

Zé Martins disse...

Mestre, Imensamente grato pelos elogios que me dais. Estou tranquílo porque a "chinesa" que me atura (há quase 26 anos) não conhece patavina da Internet e lê uma palavra que seja de português!
De contrário atirava-me com os "trapinhos" para o capim que (felizmente) ainda há em frente da nossa casa!
Abraços

Antunes Ferreira disse...

Ó Zé Mentes! Martins

Obrigadinho é o keu le desejo. Stop. Face ao agradecimento que me faz e que não tem razão de ser. Stop. Mas, homem, não habia nexexidade de o exarar ao quadrado. E se a sua sacrificada «chinesa» (é sua a afirmação) não percebe niente de net e muito menos de pretuguês, não se rale com estas minudências. E faça o favor de continuar a ser feliz com os olhos em bico.

Zé Martins disse...

Mestre, hoje a inspiração chegou-me e vou contar um episódio ocorrido no século passado. Quando Macau era chão que dava uvas e que no meio da vinha havia umas árvores que no toro caiam patacas "binham" aqui uns gajos (não sei aonde esses sacanas param) e a gente daba umas voltas pela Paptong, Soi Cowboys e por outros, mais e menos, lugares,decentes. Esses gajos eram tipos de várias personalidades. Bons chefes de família; porreirinhos nas acções protocolares; bem vestidinhos (graças aos "Grandes Empreendimentos"). Um amigo meu, pessoa graúda (miúdo na altura) veio a Banguecoque e xatiou-me a pinha para uma volta nocturna... O "garanhão", na altura, teriam umas 65 primaveras mais uma menos outra pétala. Fui buscar o "garanhão" meu amigo ao aeroporto de Don Muang, no príncipio da noite de umas sexta-feira (que não era Santa). A noite da Paptong entrava no aquecimento... Ei, ei ó Zé Pinto pare aí para irmos beber um copo ao Cleópatra...Entramos, sentamo-nos e fui fazer um "pip-pi" à casa de banho. Quando voltei o meu amigo Galvão (o nome é fictício) estava a marmelar uma "minina" a um canto... cheguei ao pé dele...olhei para a fruta e...duvidei da beleza... de imediato disse ao Galvão: ouça você tem ali moças tão giras a dançar no tablado porque não escolhe outra? Não gosto desta porque tem as carnes durinhas! Então como é fica por aqui ou vamos embora? Eu fico e faça-me o favor deixe-ma a mala na recepção do hotel. Bem eu tinha convidado com o meu amigo Galvão darmos uma volta no dia seguinte e, combinado, ir carregá-lo ao hotel às 9 da manhã. Cumpridor como sempre fui nos meus "combinados" às 9 estava a bater à porta do quarto do hotel... não foi preciso bater a porta tinha uma nesga aberta e entrei de rompão... o meu amigo, sentado, na borda da cama, pela cara vi estar xatiado que nem um perú na Páscoa... Então como foi a noitada? PORRA,PORRA ERA UM GAJO!
Moral da história: "Nuito se engana quem cuida!"