segunda-feira, janeiro 02, 2006

Que será preciso???????????


O que será preciso para que a malta amiga, os amigos da malta amiga, os amigos dos amigos da malta amiga, os amigos dos amigos dos amigos da malta amiga escrevam neste espaço que é vosso?????
Não sei bem o que faça. Suicidar-me?... Nem pó!!!!!!!!

Bom, vou continuar à espera, com toda a paciência do Mundo & arredores. É como o Sporting - que também é o melhor do Mundo & arredores. Já está

Henriquinho, o Desesperado da Lapa

3 comentários:

Zé Martins Não Minto disse...

Meu Caro Henriquinho,
Hoje ao ligar o PC encontro a sua súplica e os desejos que a travessadoferreira, o seu blogo, passe para além fronteiras. Vou arranhar-me todo para que a vossa mensagem seja lida dentro das comunidades "portugas", no Laos, Cambodja, Vietname e na terra China. Espero que o menino Henriquinho tenha passado, em beleza, do velho para o novo e tenha efusivamente batidos palmas e gritar: "cheguei vivo ao 2006". Porém espero que não se tenha "paxado" com uns copos de uiscadas já que o menino em vez (e que devia!) de beber uns copinhos de leitinho voltou ums criança inveterada e viciada pelo cházinho da Escócia. Hábito que lhe deve ter ficado desde a pia do baptismo que em vez do cura lhe deitar meia malga de água benta na careca espetou-lhe com um cálice de uisque que trazia na mão.Porra tenho que sair...my boos is near of me! See you later.

Armando Fernandes disse...

Foi criada, nos tempos do antanho,
Escola de grã saber p’ro navegante,
Por um gajo dessas coisas bem ferrenho,
Navegador não foi, mas era Infante.

Lá no cabo duma Sagres, reza a história,
Lobos do mar, doutos em cartografia,
Muitos havia, para além de muita escória,
Mas o Henriquinho... a todos acolhia.

Dizem mesmo que ele... bom, mas adiante,
Que más línguas aqui não são chamadas,
De Norte a Sul, e de Oeste a Levante,
As rotas náuticas ali foram traçadas.

Suaram meninges, queimaram-se pestanas,
Mas foi assim que o Vasco e que o Fernão,
Lançaram-se ao mar com muitas ganas,
De sextante em riste, mas com mapas na mão

Séculos passaram e aparece agora,
Ali p’ros lados, não do, mas da Infante
Santo, que não o é – garanto eu! – embora,
Se santifique por ali muito tratante.

Quase a meio da avenida, à esquerda,
De quem a desce para ir até ao Tejo,
Há uma calçada, e a seguir se enxerga,
Casario diplomático em cortejo.

É nessas bandas a Travessa do Ferreiro,
Onde mora um outro Henriquinho,
Nem que o Carmo - ou a Trindade - o queira,
Este só tem manha de santinho.

Podia ser um grande historiógrafo,
Cronista que também viu o Adamastor,
Mas, preguiçoso, só serve para fotógrafo,
E para criar «chistes» no computador.

Lá nas Arábias vestiu a djellabah,
E com camelos andou pelas areias,
Dum Saará esquecido por Allah,
Antro de escorpiões e centopeias.

Visitou as ruínas da Cartago,
Destruída por Emiliano Cipião,
E foi à ilha de Djerba, carago!
Sem espada à cinta e sem cruz na mão.

Ali, como no lar, lá bateu chapas,
De qualquer ângulo era como milho,
É que o Henriquinho em foto não tem papas
Na língua, nem no dedo do gatilho.

Usou, abusou do obturador,
Como roendo um osso um bull-dog,
Deu-lhe de novo a gana de escritor,
E vai dai óspois, criou um blog.

E tal como o outro Henrique este também,
Exige participação em massa,
Colaboração de aquém e de além
Mar, rio, continente, esquina ou praça.

E lá andamos todos no fadário,
De lhe mandar um bochecho escrito,
Que não merece qualquer comentário,
Se não é narcisismo, é esquisito.

Sem diálogo, é sentido único,
Fazendo esmorecer o entusiasmo;
Para quê fazer trotar o meu jerico,
Se a albarda volta...com marasmo?

O teu estilo, é certo, leio e pasmo,
Contra ou a favor, há conclusão,
Mas sem resposta não existe orgasmo,
E odeio ficar só... na erecção.

Eu gosto, confesso, é dum despique,
Um «dá e toma» como deve ser,
Eis a verdade nua, caro Henrique,
Um abraço, adeus, até mais ver.

Armando Fernandes disse...

Caro Henrique

Sobre o teu blog e o pedido que enviaste com certeza a 367.763.989,5 dos teus conhecimentos, podes contar com um ou outro comentário meu, quando o assunto me despertar interesse.

Quanto a utilizar o blog da maneira que entender e quiser, aí já as coisas não são possíveis. Primeiro, porque apenas o proprietário do blog, tu, pode iniciar um artigo. Segundo porque, para além do comentário possível ao texto que o proprietário iniciou, mais nada há a fazer. Ora isso não permite «dialogar» e, não o permitindo, vai-se todo o meu entusiasmo pelos canos abaixo. Iniciar um assunto utilizando para tal o campo de «comentário» a um texto que nada tem a ver com o que se quer escrever é mesmo de biruta. Nessa não vou, paciência.

Para além do mais, se eu tivesse mesmo muita vontade de escrever sobre assuntos que me interessam, seria mais prático criar uma página web, o que muita gente faz (mas que eu ainda não fiz).

Não sei se haverá blogs construídos de maneira diferente, com uma estrutura género «forum», que permita dialogar sobre um «fio», como se diz na gíria websiana.

Um abraço