segunda-feira, junho 02, 2008




A não perder com o Correio da Manhã
A Guerra
Colonial / do Ultramar / de Libertação


Antunes Ferreira
P
ara mim, o melhor programa televisivo sobre o tema. Ponto. Creio que vai ser muito difícil aparecer algo melhor. A RTP acertou no alvo. E de que maneira. Joaquim Furtado, seu Autor e Realizador – que também faz a locução - esgota o assunto. Excelentemente. A esta verdadeira reportagem/documento é difícil colocar adjectivos especiais. Eles estão todos lá e outra coisa não seria de esperar. Não sou fundamentalista, muito longe disso.
Mas o meu Amigo Joaquim Furtado demonstra, com este primoroso trabalho, que não tem igual no espaço jornalístico-televisivo.

Por algum motivo tive a honra de o convidar para apresentar o meu livro «Morte na Picada». E o prazer de ele ter correspondido ao meu pedido. Fez um trabalho tão interessante, tão documentado, tão brilhante – que eu fiquei «envergonhado» com o que de mim e da obra disse. De tal forma que até lhe chamei Joaquim… Letria, no meu agradecimento. O que ele, «magnânimo», me perdoou. Por conseguinte, permito-me «plagiá-los» a propósito da sua série de programas. Que, felizmente, continua.

Por tudo isso, aqui anoto mais esta iniciativa do matutino de grande informação (neste segmento é o jornal de maior tiragem em Portugal) da Cofina. Está a inserir semanalmente, um DVD que é o registo da primeira série de programas. O êxito da apresentação televisiva reflecte-se no que registam os DVD.

vão adiantados. Mas, os anteriores podem ser adquiridos, penso, através de pedidos ao jornal. Já abaixo escrevi que o CM não me paga por este escrito. Eu faço-o com muito satisfação e com muito respeito pela obra e pelo Furtado.

4 comentários:

Anónima Salina disse...

Caro Chefe Aéfe

Depois de ler a "Morte na Picada", reler (pois já conhecia muitos dos textos da Travessa), tenho a dizer-lhe o seguinte: o lançamento do livro foi um sucesso, não desmerecendo o dono da Travessa, o Joaquim Furtado foi magnífico e, não posso deixar de referir, com um charme... Enfim, foi um prazer testemunhar a feliz ocasião.
Porém, vim à Travessa pois já tenho saudades de uma história de viagens, aventuras por além-mar, passado ou futuro, enfim, o que lhe der na "mosca". Mas já está na hora de escrever mais qualquer coisa para a Malta da Travessa.
Beijocas
AS

Leonor disse...

Ahahah I told you so...

também estou a comprar os DVDs... toda a informação nunca é de mais

beijinhos

Orlando Castro disse...

E a propósito, ou talvez não (pouco importa), o Alto Hama deseja-te para Sábado uma boa (em quantidade, a qualidade já sabemos que existe)sessão de autógrafos (o que significa vendas) do "Morte na Picada".

José Armando Silva disse...

Eu também andei por lá, mais na Guiné, mas as coisas eram semelhantes. Só que nós tinhamos as bolanhas onde nos atascavamos até ao pescoço e milhões de milhões de mosquitos delas vindos.
Só eu sei quantos comprimidos de Resoquina e de Camoquina tomei. Fiquei com o fígado todo lixado, com os cabrões dos comprimidos!

Já comprei e li a Morte na Picada e gostei muito. Alguns dos contos davam boas telenovelas nas TVS. Há gente que sabe esticar os textos e muito. Se calhar, o Senhor Antunes Ferreira sabe. Veja se consegue. Passam tanta porcaria que uma coisa destas seria um êxito, porque é muito bom.

Tal como a Dona Anónima (?) Salina (pela forma como o trata e o carinho que lhe tem e vê-se, deve ter sido sua aprendiza) venham mais histórias destas. Eu bato palmas se assim acontecer!